Depois de um tempo a gente percebe que não é sempre que conseguimos ter controle sobre o que sentimos. Isso é a coisa mais natural que existe.
Passamos a sentir uma leve dor no peito e a percebemos como se fosse a maior dor já sentida.
Não senti-la pode ser mais angustiante do que sentir.
A gente erra e volta a repetir o mesmo erro, insonscientemente, inúmeras vezes.
É que ficar tentando acertar sempre cansa demais.
Olhamos pra trás e percebemos que os erros fazem parte de nós.
Embora seja difícil de acreditar, os sentimentos mais improváveis ainda podem ser os mais verdadeiros.
E a gente segue acreditando naquela velha dor, às cegas.
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