Aturar todas as minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência, as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança.
Aturar meus dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de temperamento.
Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha sinceridade exagerada.
Aturar quando eu falar que te amo mais e também quando eu não falar que te amo.
Aturar e segurar tudo não por mim, nem por você … Mas por nós.
Tati Bernard
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